Negócios

A Laranja é um Mau Negócio, Em Valência?

Há uma série de imagens que definem Valência no imaginário popular, fora da província. Uma delas são os citrinos, principlamente as laranjas. Quem não viu as fotos de cartão postal de hectares de laranjeiras ou imaginando numa frutaria se as laranjas são de Valência?

apesar de sua fama, neste momento é histórico e estendido um lamento entre agricultores: “Por que a laranja se paga o mesmo que há 20 anos”. Como é de hoje que a laranja um mau negócio no Levante? Em Valência há 151.240 hectares de citros, de acordo com os últimos dados oficiais da pesquisa sobre isto superfícies e rendimentos (Esyrce), criado pelo Ministério da Agricultura.

Uma superfície razoável, todavia teve melhores épocas: em 2008 ocupavam 188.650 hectares, o que significa que perderam quase 20% da superfície em 7 anos. Isto acabou se convertendo o cultivo de outras espécies (essencialmente o preto) e, nos piores casos, o abandono das terras. Por intermédio da Associação Valenciana de Agricultores (AVA) explicam que o fundamento do abandono de um dos cultivos mais populares de Valência, é “a falta de rentabilidade”. As tangerinas jogam com preços semelhantes e custos de geração ligeiramente superior. As contas não saem: as perdas persistem durante anos.

  • Fóruns de conversa e debate
  • 6 Federação e disputas mundiais
  • Escola de ciências jurídicas
  • 1926: Motocicleta R quarenta e dois com motor “boxer” de dois cilindros, 500 cm3, 8,8 kW (doze CV)

Mas, há frutas que têm vindo a ganhar terreno nos últimos anos, em Valência, que são muito rentáveis. Se os produtores de citrinos levam perdendo, ano depois de ano, como é possível que continuem cultivando? As laranjas são uma árvore comum nas ruas da mesma cidade de Valência. De fato, é então que chegou, como uma árvore ornamental.

Foi no começo do século XX, no momento em que em Coimbra, o boticário, o padre e o notário se animaram a fazer uma manipulação genética muito rudimentar pra dulcificar essa fruta amarga. A partir daí, nasceu toda a indústria que conhecemos hoje. Em seus primórdios, como um produto exótico, os naranjeros se lançaram à tua exportação pela Europa, nos tempos da ferrovia autarquia franquista, resultando-se a principal fonte de divisas do nação.

Mesmo antes, o Governo da República havia espalhado cartazes onde defendia a laranja por seu valor estratégico e econômico. Desta forma, a alta rentabilidade da laranja desenvolveu um efeito de ligação entre agricultores que impregnou a paisagem valenciano de citrinos.

Esta ‘bolha’ fez com que a lei da oferta e da demanda, forçando a redução dos preços e tua rentabilidade. Este ano, devido à climatologia, a colheita de laranja foi 22% inferior, o que augura, em início, uma temporada mais justa pros agricultores. Ambas as entidades têm pressionado com “mobilizações” contra os supermercados que utilizam frutas cítricas como produtos reclamação e lembre-se de que a chamada “venda a perda é expressamente proibida por lei”, pelo que pediram para que se investigue. A outra cara da moeda da diminuição de citrinos em Valência é a sua reconversão para recentes culturas como o cáqui.

Os números são claros: em 2004, ele 2.281 hectares dedicadas a este cultivo; em 2015, eram 14.658. Em 11 anos, obteve um 642% de superfície. A febre do caqui tem feito proliferar, inclusive, um mercado negro de plantação que vem sendo denunciado por AVA. O motivo: as existências de plantação ‘legais’ se esgotam temporada após temporada em viveiros.

Os citrinos -ou cada outro cultivo – ganhar subvenções directas por seu cultivo, em razão de é proibido na lei da concorrência. O secretário regional da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Francisco Rodríguez Muleros, foi adiantado que para o ano que vem negociado com a Europa uma auxílio para reconverter citrinos e cultivar outras variedades mais competitivas no mercado. Bellver, sustenta-se que, para além da reconversão, o salva-vidas dos citrinos passa por cultivar espécies de fora de temporada: em tal grau precoce como tardias.