Os Livros Santos, Por Josep Maria Simon Ruiz
Como é óbvio, expressar dos livros que ele imediatamente leu bem como podes ter decorrências indesejáveis. Com um direito cinismo, Oscar Wilde se lembrava de uma em um de seus aforismos: “eu Nunca li os livros que eu tenho que criticar pra não ganhar a sua influência”. A independência de pensamento, que é um bem muito valioso, é possível interpretar, como poderá ser visto, muito diferentes maneiras.
Mas com os livros que não leram ocorre alguma coisa aproximado com o que acontece com as castanholas: lugares para discuti-las é melhor discuti-las bem que mal. É possível que fosse desse modo que há alguns anos se tornou um sucesso de vendas o ensaio o
Como expor dos livros que não leram? Pierre Bayard (Anagrama). Concretamente, o livro, que tinha propriamente como epígrafe a este aforismo de oscar Wilde, propunha-se meditar sobre isso novas coisas. As resenhas não dizem se Bayard fala de Kant em teu ensaio.
O onde já é outra coisa. Colocar o teu nome e fazer o que a gente vê, agora é uma afirmação: existo. O núcleo fundamental dos grafiteiros -ainda existem garotas chefes – são bairros pobres, marginais, gente que não tem nenhum tipo de expressão.
Para eles o teu nome numa parede é: escrevo, logo existo, eu sou. Ademais, existem códigos quase mortal entre eles. A frase “respeito”, que é da máfia, utiliza-se muito entre os grafiteiros. Como você se faz obedecer. Não sendo ótimo, isso é um plus, todavia colocando teu nome muito, e em blogs prejudiciais, sendo assim se faz acatar. Tudo isso cria uma série de códigos expressivos.
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O grafiteiro é um cara que tem o correto de ser denominado como escritor. Têm correto, estão escrevendo. Uma mera assinatura na parede se está contando uma história de marginalidade, de desespero, de violência, de intenção, de um monte de coisas. Não é só um cara que vandaliza, que pinta uma parede por foda.
Não, é muito mais difícil do que isso. Assim a expressão escrever é legítima, têm direito a chamar-se escritores. À intempérie, sem intermediários, mostrado à perseguição da autoridade, o plágio, a riscar, a vida efêmera. Como um canto à imagem romântica do escritor que bem como foi devorado pelo sistema?