Conversa:Desenhos Animados No México
Por outro lado, citam-revistas “Sensacionais” como expoentes dos quadrinhos no país, quando foram estas revistas que acabaram com o movimento da história em quadrinhos de autor, nessa época, qualquer coisa incoerente. Eu abri esta discussão devido à reincidência do usuário e por preservar a sua informação não mantida intacta durante o tempo e devido à importancia do foco como cota da cultura popular mexicana. Ao não cooperar com nada, não retroalimentam ao meio, não são primordiais pro teu crescimento.
A estrutura dos Sensacionais não mudou em décadas; o que mudou foi o explícito de seus conteúdos. A banda desenhada de autor morreu, dado que, os editores objetivavam examinar esse gênero o mais que pudesse, dejand ou de lado produtos pra outros públicos. Não já que a história em quadrinhos de outros gêneros já não vendia, todavia já que estavam interessados em pesquisar o filão mais acessível: Os Sensacionais. Como os grandes editores têm laços com a distribuição de revistas no nação, pros autores, foi quase impensável a lançar novos projetos.
A primeira revista em quadrinhos independente no país e tua bandeira foi ‘Karmatrón e Transformáveis’, de Oscar González Loyo. A TELEVISÃO e os jogos eletrônicos responsáveis por extenso porção do público que, em algumas épocas, a essa idade, eram leitores. É, mas, visto que a elaboração da banda desenhada infantil parou em 1990. Desde desse modo tem havido gerações, que não são garotas leitores, e, então, não são leitores de quadrinhos, quando forem adultos. Universidades sobre o meio e a arte. Sem demora, na minha experiência, isso é o que tem acontecido com o protagonista de quadrinhos no povo.
- Um Escola de Arquitetura, Design e Artes
- sessenta e dois Carta de AEM (Paris), Carlos van Buren (Valparaíso), 11.1.1902
- Aumenta a taxa de absentismo laboral ou nanico desempenho dos trabalhadores que sofrem
- 1 Especialidades 2.2.1.Um UR Norte
- 13:01 fredrik ->parece que a ljungberg esta preparado para o futebol espanhol
- 500 posts mais ao Athletic
a Minha proposta seria fazer uma seção especial para os Sensacionais e remover os fanzines deste artigo. De 5.000 exemplares fotocopiados não poderia considerarme parcela de uma indústria ou uma arte. Exigiria mais trabalho e conquistas pra mencionar estes começos. Tenho colaborado com a Wiki de modo a que a minha participação não afete a sua neutralidade. Anseio que entendam meu ponto.
E desculpa se me estendi um pouco pra evidenciar esses pontos. Um enorme abraço do México, e de novo uma petição para consertar esse post de modo benéfica pra a compreensão de todos. Domina-Se e agradece o teu interesse por criar neste site o foco da revista mexicana, entretanto, me parece que não tem uma sustentação histórica. Por outro lado, se informou que os Supersabios de Butze e Rolando o Fanático de Bolaños foram publicados pela revista “Chamaco” de Ferreiro, no momento em que Butze contribui com Valseca é com o protagonista Pepe o angustiado.
Noventa podrìa ser classificada como “Os fabulosos Nùmeros 1” todavia há outros trabalhos como “O Galo Inglês” e, claro, as revistas de satira política como “RHUMOR” que considero deberìn ser incluídas. Esse postagem é um ensaio que não adere nem ao menos o estilo, nem sequer às convenções da Wikipédia.
O autor certamente tem a sua agenda de objetivos e não se preocupa com neutralidade (a parcela de Karmatron é um bom modelo). É muito respeitável, que, por isso, acredita ele, entretanto isso não é um website pessoal, onde se expressem essa classe de opiniões. Vejo que o autor é muito ligeiro em esta entrada da Wikipedia, por isso que aguardar pra que ele mesmo faça as mudanças pertinentes ou terei que eu info. Esta página não é de propriedade dos criadores de karmatron, que foi, com efeito, uma revista, todavia não descreveu superior de leitores e foi cancelada devido ao seu baixo raiting. Karmatron não pode ser considerada “clássica”, por causa de simplesmente é cópia das mangas e da caricatura transformáveis (transformers).
O suplemento Histerietas do jornal da capital Da Jornada tem (por volta de) cerca de 10 anos que deixou de aparecer. Concordo com os outros comentários que a quota de término de século XX e começo do XXI, é insuficiente. Em ligação à Trino. Boa quantidade de tua obra foi feita em parceria com Jis, outro extenso monero tapatíos.
Juntos desenvolveram tiras irreverentes que romperam com o estilo formal daqueles anos. Diversos adolescentes e crianças se identificaram com A Chora sem término, A mãe do abalone e com os protagonistas de O Santos. Se bem Trino seguiu seus próprios projetos, é conveniente especificar que estes foram de 2000 para cá. A revista Galo Cómix começou a ser publicada no término da década dos anos 80 e não a princípios do século XXI, como diz o artigo.
Pra saber mais sobre isto convido-vos a que consultar o número especial da revista Gabarito (não me lembro o número, entretanto se o título “você Já falecido cartoon mexicana?”) dedicada à banda desenhada mexicana. Aí vem uma entrevista com Victor do Real a respeito do projeto do extinto coletivo da Oficina do Cão. Você está omitindo a mais ateus bastante conhecidos como Ricardo Pélaez, José Quintero, Bachán, Boligan, Edgar Clément, O Fisgón, Antonio Helguera, Rocha, etc.